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Como evitar a ansiedade excessiva em crianças

Veja maneiras de diminuir a ansiedade em seu filho e evitar que ele tenha problemas em fazer amigos e em se dar bem na escola

Como evitar a ansiedade excessiva em crianças

Veja maneiras de diminuir a ansiedade em seu filho e evitar que ele tenha problemas em fazer amigos e em se dar bem na escola
 

Você sabe o que a ansiedade pode fazer com seu filho? Segundo um estudo sobre ansiedade infantil da Universidade Católica de Pelotas, no Rio Grande do Sul, a lista de problemas é grande. Entre eles, os especialistas apontam a dificuldade em se relacionar com as pessoas e a influência no desempenho escolar das crianças. Mas o que os pais podem fazer para evitar que isso aconteça?
Uma publicação da Rede Nacional Primeira Infância relacionou algumas dicas. Confira:
 

Dê bons exemplos

As crianças costumam copiar o comportamento dos pais quando são pequenas. Por isso, evite demonstrar estresse e nervosismo na frente delas.
 

Ensine seu filho a esperar

Mostre para ele que aguardar um pouco para conseguir o que quer não faz mal.
 

Faça da sua casa um local tranquilo

O ambiente em que a criança cresce influencia bastante na forma como ela vai se desenvolver.
 

Mantenha uma relação saudável com a criança

Criar uma ligação de afeto com o bebê desde os primeiros dias de vida vai ser importante para o futuro.
 

Em casos mais acentuados, a recomendação é procurar um especialista.

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Referências:

Ansiedade infantil: pesquisa descreve formas de avaliação. Radar da Primeira Infância. 2016. Disponível em: radardaprimeirainfancia.org.br



Ansiedade Infantil. Rede Nacional Primeira Infância. 2012. Disponível em: primeirainfancia.org.br



Silva WV, Figueiredo VLM. Ansiedade infantil e instrumentos de avaliação: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2005; 27(4): 329-335.


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A amamentação é a melhor forma de nutrição para os lactentes e oferece muitos benefícios tanto para os bebês quanto para mães, devendo ser oferecido como fonte exclusiva de alimentação até o 6º mês, podendo ser mantido até os dois anos de idade ou mais. É importante que antes e durante a amamentação a mãe mantenha uma dieta saudável e equilibrada. O uso de mamadeiras, bicos e chupetas pode dificultar o aleitamento materno particularmente quando se deseja manter ou retornar à amamentação; seu uso inadequado pode trazer prejuízos à saúde do lactente, além de custos desnecessários. Consulte sempre o profissional de saúde para aconselhamento sobre a alimentação do seu bebê, bem como para esclarecimento quanto aos custos, riscos e impactos sociais do uso de substitutos do leite materno. Se utilizar substituto do leite materno, você deve estar ciente da importância dos cuidados de higiene e do modo correto do preparo dos produtos, seguindo cuidadosamente as instruções do fabricante quanto ao seu uso; falhas no cumprimento das instruções poderão ter impactos na saúde do bebê. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que sejam respeitados os hábitos culturais na introdução de alimentos complementares na dieta do lactente, bem como sejam sempre incentivadas as escolhas alimentares saudáveis.

O ministério da saúde informa: após os 6 meses de idade, continue amamentando seu filho e forneça novos alimentos